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Maior capilaridade na operação

Visando se aproximar mais das micro e pequenas empresas, um dos seus mercados estratégicos, a TOTVS fecha parceria com a Officer, uma das maiores companhias com perfil de distribuidor no Brasil.  

A iniciativa permitirá que as 12 mil revendas Officer possam se tornar um PVT (Ponto de Venda TOTVS) para o sistema de gestão Série1 direcionado a este segmento. Além de tornar-se um representante da maior empresa de software de gestão empresarial da América Latina, a revenda terá receita recorrente sobre a mensalidade de manutenção.

Outras vantagens de ser um parceiro na modalidade PVT da TOTVS é um percentual sobre a venda da licença e a possibilidade de comercializar para empresas de diversos segmentos de mercado, como jurídico, manufatura, serviços, varejo e saúde, totvsllerciocosentinoweb.jpgaumentando as possibilidades de sempre ter um cliente em potencial.

A Officer, por sua vez, se tornará um HUB da TOTVS, tornando-se um distribuidor nacional da fabricante de software, o que poderá gerar aumento de vendas e lucro. Isso porque também receberá uma porcentagem pela cessão de direito de uso da solução (CDU) e sobre o serviço mensal de suporte (SMS) de cada cliente Série 1 que sua revenda conquistar.

Para garantir o sucesso da parceria, a TOTVS treinará e certificará todo o quadro de profissionais das revendas, disponibilizará o selo de identificação PVT, e divulgará as revendas em eventos do segmento Small Business. Será oferecido também acesso ao CRM e by You, rede social corporativa da TOTVS.

 A parceria com a Officer é mais um passo em direção a tornar a solução Série 1 disponível para os micro e pequenos empresários de todo o Brasil, que necessitam de uma ferramenta de gestão para o controle e crescimento do seu negócio, acredita Laércio Cosentino, presidente da TOTVS. "Em contrapartida, é uma oportunidade para as revendas da Officer completarem seu portfólio de produtos, com a venda de um ERP, captar clientes de outros segmentos e aumentar os lucros”, completa.

Atualizado em ( 26-Jan-2012 )
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Bastidores
Software jurídico na nuvem   Pilha de processos, controle de agenda, audiências, cumprimento de prazo, envio de relatórios, gestão de clientes e necessidade de acesso aos processos em qualquer lugar. Esses são parte dos inúmeros desafios que os escritórios de advocacia enfrentam para gerenciar com eficiência suas demandas.   Entre as ferramentas de software hoje disponível para enfrentar estes problemas destaca-se o aplicativo Série 1 Jurídico em versão na nuvem, da TOTVS. justica.jpgVoltada aos escritórios de pequeno porte, possibilita qualidade na gestão de processos combinada com a praticidade da mobilidade e um preço acessível.  Entre outras coisas, o TOTVS Série 1 Jurídico permite a visualização da base de processos cadastrados, a localização de um caso especifico e a inclusão de novos processos. A partir daí, o sistema pode ser, constantemente, atualizado com as rotinas em andamento, cadastro de clientes, despesas, levantamentos, encerramento de casos, novos documentos relacionados aos processos e armazenamento das informações. no segmento jurídico a TOTVS tem 22 anos de experiência e suas soluções são utilizadas pelos principais escritórios de advocacias do Brasil, envolvendo mais de sete mil advogados. A licença mensal do Série 1 Online para o segmento jurídico é comercializada a R$ 69,00 por usuário.  

Sap Brasil em 2011Segundo informações oficiais, a receita total da SAP Brasil cresceu 9% em 2011, em comparação com 2010, e 2% no quarto trimestre de 2011, em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita de SSRS (software e suporte) cresceu 5% em relação ao ano anterior. Os números não incluem os resultados da Sybase Brasil.

Em 2011, os resultados com a área de Serviços, que inclui Consultoria e Educação, expandiram 25% em comparação ao ano anterior, e 30% no último trimestre, em relação ao último trimestre de 2010. O destaque fica com os Serviços de Educação, que registraram receita 19% superior no ano, refletindo os investimentos que os clientes e parceiros fizeram na qualificação de seus profissionais

Do total faturado pela SAP em 2011, 57% são de soluções Analíticas e de Linhas de Negócios (conhecidas como não-ERP).

Entre os clientes novos conquistados pelo SAP Brasil no ano passado detacam-se a Marítima Seguros, a Ativas e a Ferrous, que decidiram  implementar a nova tecnologia HANA. Outros clientes que chamam a atenção entre as 338 contas conquistados em 2011 no Brasil estão Água de Cheiro, do mercado de cosméticos; BM&F BOVESPA, uma das maiores bolsas de valores do mundo; Lupo, de produtos de consumo; e Rosset e Cia., de produtos têxteis.

Mercados novos onde há a SAP só começou a marcar recentemente presença pontual também se destacam pelas altas taxas de crescimento. Na comparação ano a ano, a companhia ampliou, por exemplo, em mais de 100% sua receita com Serviços Financeiros – setor que engloba Bancos e Seguradoras, para os quais as vendas de software cresceram 309% e 155%, respectivamente.

O faturamento com o setor de Saúde foi 68% superior; e com Distribuição (Wholesale), 56%. Na base trimestral, a receita com Distribuição aumentou 172%; com Serviços Financeiros, 149%; e com o Setor Público, 27%.

   
Os grandes números  

No último ano fiscal, 2011, a IBM contabilizou mundialmente receitas de US$ 106,9 bilhões, expansão de 7% na comparação com o ano de 2011. Já o lucro líquido no mesmo período somou US$ 15,9 bilhões, com crescimento igual ao das receitas.

No quarto trimestre de 2011, o lucro líquido foi de US$ 5,5 bilhões,  aumento de 4% na comparação anual, e a receita atingiu US$ 29,5 bilhões, alta de 2%. A linha de produto que teve melhor desempenho foi a de software com 9% no último trimestre, enquanto a com serviços de tecnologia aumentou 3% e com serviços corporativos também cresceu 3%. A única queda foi verificada com sistema e tecnologia, cuja receita recuou 8% no período.

Em termo de regiões geográficas, as Américas responderam por US$ 12,5 bilhões da receita, aumento de 3%, enquanto a Europa, Oriente Médio, África (EMEA) contribui com US$ 9,6 bilhões, alta de 1%. Já na região da Ásia-Pacífico a receita aumentou 2%, para US$ 6,7 bilhões. A receita dos países que compõem o Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), aumentou 10%. 
História de sucesso   Composto por 35 empresas e 12 unidades industriais em nove países das Américas, Europa e Ásia, o grupo Richard Klinger decidiu utilizar no Brasil um sistema de gestçai ERP Omega, da ABC71 que encontra-se em fase final de implementação.   Sua aquisição foi feita no final de 2010 depois de um demorado processo de negociação. O projeto todo foi programado para estar concluindo no próximo mês de fevereiro. Em janeiro de 2011, teve inicio a implantação dos módulos das áreas administrativa, fiscal e contábil.  Agora está sendo feita a impltanção dos módulos voltados para outras áreas como é o caso dos processos industriais. Mas os benefícios já começaram a aparecer. De acordo com Tiago Caetano, responsável pelo projeto no grupo Richard Klinger, antes do ERP Omega, por exemplo, uma nota de entrada necessitava ser digitada três vezes para alimentar os diversos departamentos, como contas a pagar, a receber etc. Isso acontecia porque o sistema que a Klinger utilizava não era integrado. A base de dados era muito confusa e nada confiável. Atualmente, basta o input dos dados uma única vez no ERP Omega e todo o processo é disparado automaticamente, diminuindo assim o tempo gasto com essa tarefa.   
   
 

Aposta na grife

Empresa coligada do Banco do Brasil, a Brasilcp com atividades no  no mercado de capitalização está investindo R$ 4 milhões num projeto de sistema de gestão SAP contratado por meio da Sonda IT. A decisão foi tomada após sucessivas provas de conceito e levou em conta a seguinte situação 

O antigo ERP que a Brasilcap utilizava, conforme explica o diretor comercial da empresa, Joílson Ferreira, era comum a todo o conjunto de empresas de seguros, previdência e capitalização, que tinham como sócio comum o Banco do Brasil.

 Mas, à medida que as companhias foram, de fato, ganhando autonomia e se separando por segmentos de atuação, emergiu a necessidade de repensar o método de gerir e transacionar as informações.  Outro inconveniente era o formado do contrato que havia com a fornecedora do antigo software. “Ele previa o pagamento de licença adicional à medida que cresciam os ativos das empresas, tornando o fornecedor um sócio do nosso sucesso”, conta Ferreira.  O antigo sistema também recebeu diversos tipos de customizações, impedindo atualizações devido às especificidades e tornando-se uma plataforma ultrapassada. Por isso, a empresa optou por descontinuar o software anterior e implementar o SAP. Pelo contrato, a Sonda IT se comprometeu numa primeira etapa prevista para ficar pronta em janeiro de 2012á preparar todo o ambiente sistêmico para receber acessos de cerca de 240 usuários, além de realizar toda a integração com os sistemas legados que permanecerão ativos após o término da implementação. Ainda nesta fase, a Sonda entregará, além do ERP, as soluções de suporte técnico para a monitoração e controle do ambiente SAP. No segundo momento do projeto, novas funcionalidades e melhorias estão previstas dentro do padrão SAP para que, à medida que a empresa adquira maturidade na utilização da nova plataforma, possa usufruir de toda a potencialidade oferecida pela ferramenta.
Avanço no mercado paulista 

Após anunciar investimentos de R$ 400 milhões na ampliação da cobertura de sua rede móvel e lançar ofertas exclusivas para São Paulo, a Oi informa ter registrado no último mês de dezembro um crescimento de 15% em telefonia móvel neste estado. No segmento pré-pago a companhia cresceu 16% e no pós-pago 20%, totalizando 8.764.022 clientes no Estado.

No segmento de dados  - internet móvel e 3G - a companhia cresceu 67% no período. A Oi, que é pioneira na oferta de serviços convergentes no país, reforça a sua estratégia de crescimento no mercado paulista com a inauguração de 37 lojas próprias na capital e no interior. Com o novo modelo de operação, a companhia estabelece um canal de atendimento mais próximo e de alta qualidade com seus clientes, além de oferecer portfólio diversificado de smartphones e tablets.

O Grupo Oi foi formado a partir da Telemar, concessionária de telefonia fixa na Região I privatizada em 1998.  1998 Privatização da Telemar  2001 Autorização de celular na Região I através da TNL PCS 2006 Compra a Way TV, operadora de TV a Cabo em Minas Gerais.  2007 Autorização de celular na Região III (São Paulo) e compra a Amazônia Celular. 2008 Compra a Brasil Telecom, concessionária de telefonia fixa na Região II ( mais detalhes ) 2009 Autorização DTH 

2011 Entrada da Portugal Telecom no Grupo de Controle da Oi. 

 
 
Atualizado em ( 26-Jan-2012 )
 
Mudanças no organograma
A fim de liberar as duas principais cabeças pensantes da operação, Roberto Marinho Filho, principal acionista, e Fabio Fischer (foto), seu braço direito, TCI BPO nomeia novo CEO

Empresa brasileira de serviços com um diversificado escopo de atuação no mercado de terceirização de processos (BPO (Business Process Outsourcing), a TCI acaba de contratar Luiz Claudio Barone como CEO. Em função disso, o antigo CEO, Roberto Marinho Filho, passou a ocupar o cargo de Presidente da companhia e membro do Conselho. De seu lado, Fábio Fischer como vice-presidência de Planejamento Estratégico e Internacionalização, permaneceu como uma espécie de coringa da operação. 

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No cargo de CEO, Barone tem como principais desafios: a expansão dos negócios da empresa, assegurar a alta qualidade na entrega dos serviços, além de organizar a estrutura funcional do negócio buscando mais eficiência. 

A troca não significa mudança de estratégia nem tampouco de posicionamento”, explica Luiz Claudio Barone. “A TCI BPO continuará atuando através de unidades de negócio e posicionada como ‘One stop shop’ para serviços de BPO em países de língua latina”.

Barone possui experiência em segmentos industriais e de consumo em empresas nacionais e internacionais, o que o torna a pessoa adequada para estar à frente da TCI neste momento que estamos focados na internacionalização das nossas atividades”, afirma Roberto Marinho Filho.
Entre os planos da TCI para este ano estão a expansão do negócio na base instalada, disponibilizando mais e diversificados produtos, a busca de oportunidades de aquisição e parcerias estratégicas que permitam à TCI expandir-se em novas áreas de serviço ou verticais de indústria, a expansão da presença internacional da companhia além de aumentar o nível de excelência nas entregas aos clientes. 
Atualizado em ( 20-Jan-2012 )
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Crescimento acima do esperado

No ano calendário de 2011, a LG Sistemas, especializada na oferta de softwares para gestão de RH, registrou um faturamento de 45,8 milhões de reais

Em relação ao mesmo período do ano anterior, o crescimento da LG Sistemas em 2011 foi de 21,4%. Na opinião de Gustavo Teixeira, Diretor de Mercado (foto), esse crescimento veio da  ampliação da fatia de mercado atendida pela LG em seu ramo de atuação, principalmente no segmento de grandes empresas. Grupo Algar, Banco Rural e Banco BMG são algumas das novas empresas que passaram a fazer parte da carteira de clientes da LG Sistemas no último ano.

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O que aconteceu foi uma resposta positia do mercado às ofertas da empresa, prossegue o executivo. “Temos conseguido manter bem nossa base instalada e conquistado novos clientes. Acredito que o esforço que fazemos para entender as necessidades dos clientes para atendê-las bem é o que torna possível esse crescimento sustentável”, afirma Teixeira.

Ele lembra que a LG Sistemas tem feito investimentos contínuos para inovar a sua linha de produtos. Outro diferencial apontado por Gustavo Teixeira é o tratamento personalizado oferecido aos clientes. Além disso, há a preocupação de incorporar novos conceitos de gestão na criação e desenvolvimento dos novos produtos que acabam proporcionando vida longa aos mesmos, comenta Gustavo.

Atualizado em ( 18-Jan-2012 )
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Emissão de carbono
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O Grupo Pão de Açúcar acaba de assinar um contrato de licenciamento do SAP Carbon Impact,

O uso do aplicativo vai possibilitar que o grupo passe a ter uma gestão mais efetiva de suas emissões de carbono, ampliando o controle e a qualidade dos dados lançados em relatórios ambientais. “Este controle vai nos permitir, por exemplo, prover as informações necessárias para obter o reconhecimento de sustentabilidade da Bovespa, que é um dos desafios que temos na área de sustentabilidade”, diz Hugo Bethlem, vice-presidente do Grupo Pão de Açúcar.

Todos os anos, a Bolsa de Valores de São Paulo, onde o grupo está listado desde 1995, convida as 50 empresas com maior liquidez a participar dos índices iCO2 (Índice Carbono Eficiente) e ISE (Índice de Sustentabilidade Ambiental).O iCO2 é composto pelas ações das companhias participantes do índice IBrX-50 que aceitaram participar dessa iniciativa, adotando práticas transparentes com relação a suas emissões de gases efeito estufa (GEE).

Antes da adoção do SAP Carbon Impact, o levantamento destas informações era feito por uma consultoria externa e, como o inventário era gerenciado por terceiros, havia pouca abertura para que a companhia fizesse uma gestão efetiva sobre o tema. “Com a solução teremos não apenas o inventário, mas uma ferramenta robusta para a gestão do tema”, ressalta Bethlem.

A implementação ocorre em um momento oportuno. As emissões de carbono são hoje medidas em três grupos: escopo um (na própria loja), escopo dois (fornecedores de energia) e escopo três (toda a cadeia de suprimentos). A partir de 2012, o iCO2 – que até aqui exigia gestão e relatórios sobre os escopos 1 e 2 – passará a exigir sobre os três escopos. Além disso, o GHG Protocol, órgão administrado pela FGV, publicará os índices de emissão. O que, de acordo com Bethlem, atende à política de transparência do grupo, que divulga abertamente suas emissões.

O gerente de soluções sustentáveis da SAP Brasil, Silvio Sherveninas, lembra que o SAP Carbon Impact vai atender não apenas as atuais necessidades do Pão de Açúcar, mas também as futuras. Além da gestão no nível do grupo, a solução permitirá também que ela seja feita bandeira a bandeira e loja a loja. “O projeto teve início em setembro e a solução deve entrar em operação no início de 2012”, explica.

 

Atualizado em ( 17-Jan-2012 )
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Interface fácil e direta

Ferramenta desenvolvida pela Totvs permite que os colaboradores tenham acesso a informações cadastrais, contracheque, férias, avaliações de desempenho, entre outros serviços.

Empresa especializada em soluções integradas de Recursos Humanos, Consultoria e Tecnologia, a Holomática lançou na última segunda-feira, 16 de janeiro de 2012, o seu novo website, disponível no endereço www.holomatica.com.br. O site, totalmente remodelado, conta com ferramentas modernas de gestão voltadas para os seus cerca de 300 colaboradores.

O projeto nasceu em 2011, fruto da renovação e investimento em tecnologia por que passa a companhia, concentrando numa única empresa de RH as funções de Consultoria, Tecnologia da Informação e Gestão de Pessoas. O objetivo, de acordo com o diretor Eduardo Quadrado, é “fornecer aos clientes e colaboradores uma interface fácil e direta com a ampla gama de oferta de serviços”.

Ao acessar o site, o cliente pode rapidamente consultar cada uma das soluções da Holomática em Recursos Humanos, nos módulos de Recrutamento & Seleção, Contratação e Gestão: Descrição de Cargos e Perfil, Captação e Triagem de Profissionais, Avaliações, Consultoria de Pré-Contratação, Outsourcing de Profissionais Especializados, Profissionais Temporários, Integração de Novos Colaboradores, Treinamento On Demand, Gestão do Período de Experiência, Gestão de Benefícios e Gestão de RH.

Além disso, é possível conhecer os segmentos de atuação e a metodologia da Holomática em Consultoria e Tecnologia. O website conta ainda, na área de acesso interno, com uma ferramenta de Gestão do Conhecimento, em que é feita a avaliação dos indicadores dos clientes e aplicação de provas online junto aos funcionários.

Atualizado em ( 16-Jan-2012 )
 
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