Em 2009, o faturamento da Stefanini, empresa brasileira com um escopo de atuação bastante diversificado na área de serviços identificados como de tecnologia, alcançou R$ 687 milhões. O crescimento nominal (sem considerar a inflação), frente ao ano anterior, foi de 35%..
A estratégia adotada para conseguir estes resultados incluiu o aumento do escopo de serviços prestados aos mais de 350 clientes da consultoria no Brasil e 120 clientes no exterior, e a conquista de mais de 40 novos clientes como Schincariol, Nokia Siemens, Sodexho, Astra Zeneca, Golden Cross, Magazine Luiza, Cosan, STF, Pirelli.
O forte crescimento das atividades foi também influenciado pelas operações internacionais da empresa, que passaram a responder por 22% do faturamento da consultoria. Entre os destaques nesta frente de trabalho estiveram as operações na América Latina, especialmente no México com crescimento de 80% e onde foi inaugurada a quarta filial da Stefanini, na cidade de Toluca, localizada a 45 minutos da Cidade do México.
Fundada em 1987, a Stefanini hoje possui escritórios em importantes localidades do País como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Distrito Federal, Bahia, Pernambuco, São Paulo e Ceará. No exterior está presente na Argentina, Chile, Peru, Colômbia, Venezuela, México, EUA, Espanha, Portugal, Itália, Inglaterra, Índia e Angola.
A concorrência, inclusive grandes multinacionais, reclama horrores da Stefanini. Não é para a menos. A empresa está em todas. Dá consultoria, desenvolve projetos de infra-estrutura, implementa pacotes de aplicativos, desenvolve projetos sob medida, aceita contratos em regime de outsourcing.
A Stefanini está também presente em todos os lugares. As operações próprias incluem quase todas as capitais e cidades brasileiras de maior porte. A empresa tem ainda tentáculos nos principais mercados latinos americanos e também nos Estados Unidos, Europa e Ásia. Mas o que irrita mesmo a concorrência é agressividade comercial. Quando o problema é apenas preço, não tem para ninguém.