A meta é ambiciosa: conquistar 3 mil novos clientes até o final deste ano, 2009 e quase que triplicar o faturamento elevando-o para o patamar dos R$ 20 milhões já no atual exercício fiscal que se encerra em março de 2009.
O trunfo é a capilaridade da rede de correspondentes bancários do grupo BMG, um dos sócios da NEe do Brasil. E também um grande problema jogado no colo dos clientes potenciais.
A adoção da nota fiscal é uma espécie de presente de grego que o governo aos poucos está enfiando na goela das empresas na hora de recolher impostos e sua adoção é muito mais complexa do que parece.